Mídia Censurada

Realidade censurada, verdade oculta. E mais algumas curiosidades…

Publicidade de fast food é considerada abusiva

O McDonald’s foi o alvo do Procon, que cobrou uma multa de R$ 3.192.300,00 pela venda de lanches com brinquedos e publicidade voltada ao público infantil.

Mesmo que  não haja uma legislação específica sobre o tema, a decisão foi tomada a partir de parâmetros do Código de Defesa do Consumidor.

Segundo eles, os brindes relacionados a personagens do mundo infantil, as empresas induzem o consumo, sendo considerado uma relação abusica, pelo fato do público infantil ser considerado hipervunerável e ainda em desenvolvimento da sua posição crítica.

Segundo as denúncias, o McDonald’s teria práticas de  “estímulo à formação de valores distorcidos por crianças, como o materialismo excessivo e hábitos alimentares insalubres.” A Arcos Dourados Comércio de Alimentos, empresa que opera uma rede de restaurantes franqueados do McDonald’s no Brasil, tentou recorrer da decisão, que não foi aceita pelo Procon.

A multa foi aprovada em esfera administrativa e agora só pode ser contestada judicialmente. O anúncio da manutenção da multa pelo Procon foi publicada no Diário Oficial de São Paulo, no dia 2 de abril.

“O Procon busca agir no mercado buscando equilíbrio. Quando se trata de um publico considerado hipervulnerável, como acontece com crianças, idosos e deficientes, deve haver um cuidado maior.” diz a assessora técnica do Procon-SP, Andréa Benedetto.

Confira o comercial:

 

E vocês, o que acham? Concordam ou não com esta posição?

Misture-os e acumule mulheres: o slogan que faz a campanha ficar na mira do CONAR

A marca Axe, pertencente ao grupo Unilever, entrou na mira do CONAR mês passado, quando veiculou sua nova campanha no Facebook para divulgar as versões prateada e preta do desodorante.

Imagem

O sensualismo é uma marca nas campanhas do AXE, já presente diversas vezes. Porém, algumas pessoas interpretam de forma mais radical. Neste caso, o anúncio mostra a imagem de várias mulheres em volta de um homem, em seguida com o slogan “Misture-os e acumule mulheres”.

Reclamações de mulheres de vários lugares diferentes diziam que o anúncio era desrespeitoso e ofensivo, tratando-as como objetos. A marca, em sua defesa, disse que fez um anúncio considerando a idade mínima das pessoas que podem ter acesso ao Facebook (18 anos), condizendo a linguagem do anúncio á este público.

Porém, não obtendo sucesso, o pedido de alteração de campanha foi estipulado pelo CONAR.

Testamento do rapper MCA

 

 

 

Antes de falecer, o rapper MCA, da banda Bestie Boys atualizou seu testamento, proibindo que sua arte, imagem ou música fosse veiculada em qualquer tipo de criação publicitária após a sua morte.

 

Adam Yauch, responsável por hits como  “No Sleep Till Brooklyn”, “Sabotage”, “Fight For Your Right (to Party)” e “Hey Ladies”,  afirmou que não queria ter o mesmo destino que outros músicos já falecidos tiveram, e que não queria “se vender”.

 

Ainda não se sabe se o testamento inclui as criações que foram feitas em conjunto com os outros integrantes da banda.

Marca desiste de veicular seu comercial

Você já imaginou que a marca da famosa maçã , na tecnologia,  deixaria de veicular um comercial porque achou que ele lisonjeava demais a empresa?

Isso ocorreu em 1983, quando os designers responsáveis pela criação do Macintosh falam porque o computador é bom. Porém, eles falam tão bem, que a marca decidiu não publicar pois poderia pegar mal.

Tem gente que sabe quando passa do limite, né? E você… o que achou?

 

 

Cannes 2012

Gente, desculpa a demora.. mas estou de volta. Final de semestre, provas e trabalhos me consumiram.

Vamos falar de Cannes, o assunto da semana mais comentado entre os publicitários.

Este ano o Brasil bateu seu record o Festival Internacional de Criatividade em Cannes, conquistando mais 67 leões. Até agora, a melhor performance se deu na área de Outdoor, aonde o país se saiu melhor do que no ano passado.

Outra área brasileira que foi valorizada no evento foi a Mobile. No Cyber Lions, o País ainda está longe de conquistar a liderança, apesar de ter conquistado mais Leões que em 2011. E nas competições de Design, Direct, Media e PR, o resultado de 2012 é pior que o do ano passado. PR e Creative Effectiveness são as duas únicas áreas em que o Brasil não foi premiado em 2012, até o momento.

“Skate”, uma das três peças integrantes da campanha da Giovanni+DraftFCB para JVC, que faturou dois Ouros na área Outdoor

Se você quiser mais informações sobre os prêmios, entre no site:

http://www.meioemensagem.com.br/cannes/2012/festival/festival/Brasil-ja-soma-um-GP-mais-67-Leoes.html

Vamos esperar até sábado para ver a colocação do criativos brasileiros neste ano…!

 

De noite era Maria, mas de dia era João…

Acusada de ridicularizar o “travesti”, a propaganda da Nova Schin foi retirada do ar após receber uma reclamação da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que se sentiu ofendida com o comercial.

O filme, que supostamente ocorre durante uma festa de São João, chama atenção pela imagem de um travesti, que vira motivo de humor e piada.

E você? Acha que isso é um motivo de ofensa?

 

A mídia somos nozes…

É, de acordo com o meu professor Eric Messa, a mídia somos nozes. Em seu blog ele debate sobre o papel de nós, humanos, dentro da comunicação.

Ele diz que o homem está muito mais dependentes da rede digital para se manter informado do que as suas gerações e que as redes sociais, como Twitter, Orkut e Facebook tem sua grande e respectiva importância, tanto para conhecer pessoas, encontrar amigos e trocar informações, gostos e novidades.

Cada vez mais estas redes sociais vem surgindo, tornando mais eficaz e rápida uma “conversa”, se tornando mais interessante do que um e-mail, um sms ou até um celular.

Assim, os canais de massa não chamam tanto a nossa atenção como um usuário comum. Assim, Eric explica o nome “A mídia somos nozes…”, baseado no filme viral “As arveres somos nozes”, publicado no Youtube, com propagação espontânea pelos próprios usuários.

Assim, é possível ver que há diferentes formas de mídias, que falam com milhões de diferentes pessoas, sobre diversos assuntos…

” Um usuário comum da rede pode ser uma mídia. Ou seja, somos todos veículos de mídia para aqueles que estão ao nosso redor, fisicamente e virtualmente. E portanto, esse modelo não precisa ficar limitado ao ambiente digital.”, diz Eric.

 

Se voce quiser conferir o post de Eric: http://ecode.messa.com.br/2009/10/midia-somos-nozes.html

Campanha da FIAT deve ser modificada

O caso que o CONAR enfrentou desta vez envolve o uso da mesma frase como slogan em duas campanhas de carro. A Agência Fiat foi repreendido pela NeogamaBBH pela campanha do Novo Grand Siena.

A Neogama alegou que, duas semanas antes, havia lançado campanha para o modelo Fluence, da Renault, com o slogan “Ter um faz toda a diferença”. A campanha da Fiat, apresentada à imprensa em Santiago, no Chile, trazia slogan muito próximo: “Novo Grand Siena. Faz toda a diferença”.

No processo, a Agência Fiat apresentou documentos que comprovam que a campanha já estava prevista há um período maior – o que seria uma indicação de que não se trata de plágio. O órgão, ainda assim, optou pela alteração da campanha da Fiat.

Conteúdo na TV paga é assunto da campanha da SKY.

Agora quem foi condenada pelo Conar foi a SKY, que reclamou em sua campanha, no final de fevereiro, contra a nova lei da TV paga que determina cota mínima de conteúdo nacional na grade da TV paga no horário nobre. A decisão da retirada da campanha foi tomada por maioria de votos e baseou-se no argumento de que o comercial não se apresenta claramente como um informe publicitário.

O Conar avaliou, ainda, que a crítica à uma lei aprovada e em vigor fere o código de conduta do órgão, que determina que toda publicidade deve respeitar a legislação vigente do País.

A campanha da Sky para mídia impressa não foi afetada pela decisão.

Pacificar foi fácil, quero ver dominar!

 Foi sustada a campanha da marca de lingerie Duloren, veiculada na internet há alguns dias. A marca que ja vem distribuindo campanhas com tons mais agressivos, foi retirada do ar pelo CONAR por ser considerada racista, sexista e desrespeitosa à ação da polícia carioca nos morros do Rio de Janeiro.

A campanha mostra a depiladora Ana Paula da Conceição Soares, moradora da rocinha, usando lingerie com pose de confiança, enquanto um policial aparece ao fundo exausto.

O título da peça comprova o duplo sentido.

 

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